quinta-feira, 29 de abril de 2010
fotos do Programa Sem Limites! Feitas por Sandra Ferreira
domingo, 11 de abril de 2010
Coreografias Campeãs
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Strass - Desejos de qualquer mulher, e de toda bailarina de dança do ventre!!
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Minha irmã Raiza !!Orgulho de Família!!


sexta-feira, 5 de março de 2010
Lucy! Uma Bailarina para estudar (sempre)!!!
domingo, 22 de novembro de 2009
Hagalla
Hagalla

Hagalla, forma de dança pesquisada por Mahmud Reda por volta de 1966, na região conhecida como Marsa Matruh.
Sempre acompanhado por alguns dançarinos de seu grupo, essas viagens de pesquisa tinham por objetivo conhecer a dança em sua origem, para poder posteriormente, recriá-la no palco, com a peculiaridade que permitiria a um expectador, proveniente da mesma região, reconhecer sua terra e os elementos genuínos trazidos ao palco.
Ele considerava que o contato direto com as pessoas, no processo de documentação e pesquisa, compartilhando sua arte e as reações advindas da interação, sempre traziam novas perspectivas ao processo de criação e portanto era muito valioso.

Enquanto permaneciam numa certa região, experimentavam os movimentos, e tomavam parte nos eventos que aconteciam, sempre que possível.
As danças nativas do Egito não são ensinadas formalmente. As pessoas aprendem a dançar através da observação e imitação.
O processo de aprendizagem teve que nascer da participação dos membros do grupo, dentro dos eventos, e enquanto participantes, através da imitação, mais tarde traduzindo em anotações os detalhes mais importantes, que não poderiam ser esquecidos.
Este foi o método usado em Marsa Matruh. Depois de documentar um evento Al Haggalah, era necessário investigar mais a fundo, as oscilações de quadril da Haggala ( dançarina que representava a dança).
Mais tarde para usar os movimentos vistos nestes eventos Farida Fahmy teve que aprender através da imitação e participação, para posteriormente, decodificar os principais movimentos, com o objetivo de ensinar as outras bailarinas do grupo o básico do Haggalah.
Quando não era possível para todos os integrantes do grupo assistir as celebrações limitadas por costumes locais, por exemplo, em areas rurais...as mulheres do grupo iam sózinhas para as casas, e assistiam as comemorações. Em outras ocasiões o grupo visitava a escola local, e conversava com as crianças. Pediam as meninas que trouxessem os trajes de suas mães, assistiam as pequenas dançando, e naturalmente, elas dançavam como suas genitoras.
Em Haggalah há um aspecto competitivo onde diferentes grupos batem palmas chamando a solista, e aquele grupo mais forte ou carismático ganha a presença da solista perto dele. Essas palmas sofrem flutuações de dinâmica e velocidade, o que pode alterar a construção da dança.
Além de Marsa Matruh, essa forma de dança também é encontrada no oásis de Siwa e ao leste da Líbia.
Uma mulher ou uma dupla de mulheres, dançam movidas pelas palmas de grupos de homens, que competem entre si, para ganhar a atenção das mesmas.
Geralmente acontecem para celebrar casamentos ou as vésperas de um enlace. Também são apresentadas em festas para honrar visitantes ou selar um compromisso.
O passo típico desta dança é o "shimmy" conhecido pelo mesmo nome Haggalah, uma versão maior e mais relaxada do movimento em L dos quadris.
A música praticamente é toda improvisada, baseada na voz dos participantes e nas palmas que acompanham todo o tempo a performance. Mais tarde criaram-se versões especiais para que esta dança pudesse ser apresentada no palco.
Farida Fahmy usando um traje Haggalah
As informações contidas neste texto provêm do livro escrito por Madame Farida Fahmy em seu trabalho de conclusão do curso para Mestrado em Artes e Dança da Universidade da Califórnia.
A tese teve por objeto de estudo a formação do Grupo Reda, seus caminhos estéticos e formas de pesquisa, dentro de um aspecto inovador e perene, que transformaria seu criador, Mahmoud Reda no pai do folclore Egípcio.
Vídeo do Mohamed Shahin (ele já veio ao Brasil e ministrou alguns Works na escola da Lulu)
Vídeo do Mohamed Réda
Bjs!
Sasha Holtz
sábado, 10 de outubro de 2009
semana de aulas Gamal Seif
Foi muitooo bommm!!!
Primeiro de tudo, a turma, o ambiente, a aula, foi tudo dentro de uma atmosfera muito Gostosa.
Durante a semana tivemos de tudo em Sampa: sol, calor, chuva, vento, frio e etc. Mas nada abalou o empenho da turma durante as aulas.Foi uma semana super gostosa em Sampa (com sol, com chuva, com garoa, com vento), a aula superou tudo isso.Dr. Gamal Seif
Coréografo e Pedagogo em Dança, formado em Dança Moderna e Dançaterapia.
Pós graduação em Medicina Esportiva e reabilitação na Alemanha.
Gamal Seif começou sua carreira muito jovem, um menino de 10 anos no Egito.
Sua paixão e talento notável para a música e dança foram habilidades encorajadas pela família, que lhe ofereceu a possibilidade de estudar com grandes nomes da dança dentro de seu país.
Foi descoberto pelo famoso coreógrafo Hassan Afif, que o convidou para integrar seu grupo profissional “ Egyptian Television Dance Company”.
Em 1989, se mudou para Alemanha com o intuito de formar-se em dança Moderna e aprofundar seus estudos, conhecendo então a Dançaterapia. Também foi neste país que teve sua graduação em Medicina Esportiva, o que enriqueceu enormemente seu trabalho, oferecendo a possibilidade de ensinar dança através da análise do movimento, e de seus benefícios para a saúde, de forma integral.
Gamal tem grande habilidade em alcançar a alma da bailarina, assim como estimular sua expressão individual.
Seu método personalizado na composição das aulas nos ajuda a retratar a música através de nossa linguagem corporal, e desta maneira crescermos como bailarinas de forma ampla e expressiva.
Atualmente ele vive na Alemanha, próximo à Colônia.
Bjs!!!!!
Sasha Holtz









